"Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo."
Pablo Neruda
A dor de não ter-te, transpassa minha alma
Sangue escorrendo através da escuridão
Tua ausência me faz pisar caminhos espinhosos
Como que te procurando em vão
Tu entras pelas veredas do meu espírito
Deita-te sobre mim
Sinto teu hálito, tuas mãos
Percorro teus cabelos
Meus beijos afogam-se em teus lábios
Teu cheiro embriaga-me de prazer
Posso sentir o peso do seu corpo sobre o meu
Os sussuros quebram o silêncio da noite
Em volúpias e espamos da paixão, morro de prazeres
Como licores de amor, assim transborda meu desejo de ti
Prazer que só tu, escondido no recôndito d'alma
Pode dar-me
Quando acordo, tu ainda estás ali, não quer ir embora
Tua morada é meu peito e pra ele tu retornas
Sei que virás durante meu sono
E te amarei até o amanhecer
Tu serás sempre meu
Amo-te de eternidade à eternidade
"Os grandes só podem ser julgados pelo que são. Só os vulgares consentirão em atribuir sua dignidade ao que fizeram; em virtude dessa condescendência, serão 'escravos e prisioneiros' de suas próprias faculdades e descobrirão, caso lhes reste algo mais que sua vaidade estulta, que ser escravo e prisioneiro de si mesmo é tão mais amargo e humilhante que ser escravo de outrem." Hannah Arendt
Mostrando postagens com marcador Neruda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Neruda. Mostrar todas as postagens
domingo, 4 de julho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
A INTENSIDADE DO AMOR QUE TENHO POR TI
SONETO DE AMOR-Pablo Neruda
Não te quero senão porque te quero,
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te,
como um cego.
Tal vez consumirá a luz de Janeiro,
seu raio cruel meu coração inteiro,
roubando-me a chave do sossego,
nesta história só eu me morro,
e morrerei de amor porque te quero,
porque te quero amor,
a sangue e fogo.
MEU AMOR POR VOCÊ - Karem Regina
O amar-te tornou-se como uma luz da primavera
É como se toda a névoa da existência se dissipasse
Vim a ser algo que nunca imaginara ser
O amor que sinto por você me fez melhor
O amor mesmo que nunca sabido, sempre foi intensamente sentido
Mas só posso desejar-te, amar-te, nada mais
Impossível se tornou o ter-te
Pedir-te ao Senhor, não ouso
Minha ousadia poderia ofender-te e aos deuses
À distância posso sentir o odor do teu perfume
Então satisfaço meus prazeres com sua presença que
Embora distante, persiste em mim viver...
Posso sentir seus lábios
E meus beijos ardentes à consumi-los
Em carícias estonteantes liberando todo o fluido do amor que sinto só por você
Amor se tu soubesses o quanto te amo....
E se tu soubesses o quanto não posso dizê-lo
Não te quero senão porque te quero,
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te,
como um cego.
Tal vez consumirá a luz de Janeiro,
seu raio cruel meu coração inteiro,
roubando-me a chave do sossego,
nesta história só eu me morro,
e morrerei de amor porque te quero,
porque te quero amor,
a sangue e fogo.
MEU AMOR POR VOCÊ - Karem Regina
O amar-te tornou-se como uma luz da primavera
É como se toda a névoa da existência se dissipasse
Vim a ser algo que nunca imaginara ser
O amor que sinto por você me fez melhor
O amor mesmo que nunca sabido, sempre foi intensamente sentido
Mas só posso desejar-te, amar-te, nada mais
Impossível se tornou o ter-te
Pedir-te ao Senhor, não ouso
Minha ousadia poderia ofender-te e aos deuses
À distância posso sentir o odor do teu perfume
Então satisfaço meus prazeres com sua presença que
Embora distante, persiste em mim viver...
Posso sentir seus lábios
E meus beijos ardentes à consumi-los
Em carícias estonteantes liberando todo o fluido do amor que sinto só por você
Amor se tu soubesses o quanto te amo....
E se tu soubesses o quanto não posso dizê-lo
Assinar:
Postagens (Atom)
DUALISMO BURKEANO Edmund Burke. Dublin, Irlanda. (1729-1797). Filósofo conservador/liberal. Discípulo d...
-
"MEU AUTO-CONHECIMENTO É TÃO PATETICAMENTE ESCASSO, QUE O COMPARA O CONHECIMENTO QUE TENHO DO MEU QUARTO.NADA SE COMPARA À OBSERVAÇÃO E...
-
UEL lidera ranking como melhor estadual do Sul img src=http://www.uel.br/com/agenciaueldenoticias/fotos/camera.gif border=0 alt=posssui-fot...