sexta-feira, 21 de junho de 2013


                                                         A ti meu Amor, no seu dia...

'Se me obrigassem a dizer porque o amava, sinto que a minha única resposta, seria: "Porque era ele, porque era eu." Montaigne

Eternamente feliz porque agraciada fui pela minha bondosa Divindade
Com este denso e eterno Amor, que mesmo sem nenhma reciprocidade,
faz de mim a mais viva das criaturas...como se nas minhas veias transcorresse
a seiva da existência..Tu tens o poder de morte e vida sobre mim...sua indiferença
leva-me ao Hades e lá convivo com espíritos sombrios...o teu solene existir, transformado
no Ser que tu és para mim...faz jorrar cá dentro uma fonte inesgotável de felicidade...
Sinto-me feliz pelo fato de coexistires comigo numa mesma dimensão da vida...mesmo sabendo
que desertos abissais nos separam...mas esse Amor...esse intenso e doce Amor...traz você até mim...
Tu me tornas imortal pelo poder que tens de despertar em mim esse eterno sentimento
que guardo por ti...Feliz pelo seu dia meu Grande amor...
(Muito me honrarias grande Amor ser digna da sua amizade, mas se isso nunca for possível,
contentar-me-ei em amar-Te sempre daqui, do fundo do meu coração!)

domingo, 16 de junho de 2013

 
A chuva trouxe você...
 
 
 




Porque do Amor também se vive..e, também se morre...
Gosto quando falas do amor, quando citas a amizade...oh! fala-me tu da distância entre o ardor das línguas e a asfixia dos corpos!
fala-me tu do Amor e desse desejo que arrasta a proximidade e que anula todos os intervalos em pequenas existências que de tão insignificantes desaparecem numa doçura e amargura. Sorvo pensamentos em ti tal como manjares...trago os goles do absinto da tua eterna indiferença...
conta-me do constante faz e refaz, de ressuscitar e morrer, de adormecer e sonhar, do conforto da luz dos dias na realidade que nos mata. Por que do Amor também se morre e também se vive?
encostarei a cabeça no seu (imaginário) peito para que te ouça..ouvir os sussuros da tua alma..as dores que te ferem..o amor que tu amas...sequeer importando que eu sofra com isso...queria te fazer bem...morreria muito, mas gostaria que um amor te fizesse bem...com a chuva você veio...me inspirou..e tudo o que posso fazer é pedir à minha Divindade por ti oh meu grande Amor..a chuva foi-se te deixou aqui...vou cuidar de ti..como gostaria de cuidar de ti...

segunda-feira, 10 de junho de 2013



Oh meu impossível Amor!!
(Jamais, nunca poderá ser substituído, és único, és eterno, és dádiva da minha Divindade)
 
 
 


Tudo o que tenho para te dizer jamais será dito, pois sentimentos não podem ser traduzidos em palavras. Talvez ecoem como gemidos da alma.As palavras não se separam dos corpos, porque apenas o tempo se move. Mas o Amor esse não!Meu Amor perpassa o Universo. Não se mantem no soma. Não há tempo capaz de exterminá-lo.Pertence à eternidade. Ah insólito Amor. Não há prazer ou volúpia, sequer os melhores espasmos orgásmicos, podem a ele se comparar. Você, sim você grande Amor. Tudo se resume em ti. Tens o poder de compactar em ti o mais nobre e o melhor que há em mim. Se de mim for retirado esse Amor, nada mais restará que valha viver. Pois tu grande Amor é a causa do desejo pela existência..
Tudo o que tenho para te dizer é o que ainda me faz ter-te. Não exijo a dança imóvel das coisas, adoraria o toque, e depois o arrepio, mas contento em contemplat-te. O idioma da carne é o poema.
Tudo o que tenho para te dizer não consigo dizer. Que me arranca aos órgãos, que me colhes de apogeu; que me dói, sou mero fragmento e sentido inteiro. Que nã...o há papel onde te caibas em letras. Meu Amor está para além de bondade, justiça ou prazer...superou a banalidade e a futilidade da linguagem...não pode mais ser expresso...apenas sentido...
Tudo o que tenho para te dizer não se diz".






sexta-feira, 7 de junho de 2013

 
No silêncio do meu Amor...Á tu e tão somente tu, grande Amor!
 
É no silêncio que te amo..é no silêncio que escuto a sua voz..
Não é o silêncio de quem não tem nada para dizer, ou de quem já disse tudo. Não é o silêncio do desprezo ou da indiferença.
Este é o silêncio que faz a diferença. É neste silêncio que mora meu sagrado afeto por ti..É neste silêncio que mais me atento para te ouvir ...
É neste silêncio que as nossas conversas são intermináveis.
Mesmo sabendo que nunca se dirige a mim...não são para mim suas palavras e sequer seu pensamento...Não conteria tamanha felicidade num tão limitado corpo e numa tão frágil alma...
Tu pescas e eu arranjo as redes, apanho sempre os seus peixes jogados no caminho...
Sabendo que sorvo todas as migalhas que caem do banquete do vosso conhecimento..
Isso me honra sempre grande Amor... 
 
 

quinta-feira, 30 de maio de 2013







O Amor verdadeiro,
Não é um fato!
É uma sucessão de momentos,
De momentos imaginados
Luzes e trevas, é fascínio.
Não é (só) ter..!
É distancia,, é sentir falta,
... É procura, é encontro
É desencontro, é nunca ver mas sentir
São dias cheios.
É uma sucessão de vazios,
É uma perda contínua
É um maravilhoso reencontro imaginário
É estar infinitamente perto cá no peito
Mas também infinitamente longe
(a proximidade desse amor me traz você)
 O amor verdadeiro,
É feito de distâncias e faltas
De procuras e encontros.
É o pulsar do coração
É o desejo que renasce.
É um Amor que não quer morrer...
Não admite ser esquecido...

sábado, 18 de maio de 2013

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
(ANTES AMAR DO QUE SER AMADO)


Santo Amor só meu, só por mim sentido, só por mim vivido. Amar-te, remete-me a um mundo de paz, pois aí você está. Nos seus braços imaginários repouso toda a dor da existência, esqueço a turbulência dos dias . É (no pensar) em ti que encontro a paz que preciso em momentos difíceis. É no seu sorriso (tão vivo em mim) que tiro forças para sempre manter meu espírito guerreiro que teima em continuar. Querido amor (apenas sentido por mim), sempre, sempre e sempre aprendendo com você, eternamente...eternamente meu Amor....






só quero
o que não
o que nunca
... o inviável
o impossível

não quero
o que já
o que foi
o vencido
o plausível

só quero
o que ainda
o que atiça
o impraticável
o incrível

não quero
o que sim
o que sempre
o sabido
o cabível

eu quero
o outro

(você sempre será meu Outro, pois está sempre próximo ao meu coração)

(desconhecidamente deconhecido/a)

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Não há 'talvez' para mim...não há 'quem sabe?' para o meu amor´...sempre, sempre será você, sequer importando que se importe pra isso...Karem

"Talvez seja você.
A vida vai dizer.
De qualquer forma: Obrigada por me fazer dormir sorrindo.”


Clarissa Corrêa.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

 
Fujo da tua presença, para que não sintas a intensidade do amor que guardo por ti...Fujo de ti para que esse denso amor não atrapalhe seus caminhos, pois amo-te verdadeiramente...não permito sequer que meu o amor possa causar a ti  algum mal....penso que sua paz é a minha, tua felicidade me deixaria feliz, teu sorriso iluminaria o meu dia...suas lágrimas seriam a minha dor...porque éassim que te amo...meu amor por ti reside no Olimpo, está para além de qualquer sentimento que exista nessa dimensão...porque que é assim, e tão somente assim que sei te amar...

terça-feira, 2 de abril de 2013

segunda-feira, 25 de março de 2013

A tua falta

Sinto a tua falta. No sonho ouço a tua voz, ao longe, a ondular em mim. A tua voz abraçada, a fazer festas. Próxima. Presente. Guardo os meus gestos nos teus cabelos e o frio dos teus dedos agarrados no calor das minhas mãos. ...Dou nomes aos teus sinais, com beijos lentos - um a um - até construir o caminho para os teus lábios, minha casa, meu porto de abrigo, meu ninho. Perco-me na luz do teu arco-íris, nos teus olhos, mergulho no seu mar azul, denso, infinito, um amor só nosso. Perco-me no teu cheiro... há um breve e vago assobio na sua pele, há um arrepio no escuro nas minhas pálpebras fechadas, para te sentir próximo do meu braço, para te encontrar sempre nos caminhos dos meus devaneios.
A tua falta

Sentir a tua falta. Ouvir a tua voz, ao longe, a ondular em mim. A tua voz abraçada, a fazer festas. Próxima. Presente. Guardar os meus gestos nos teus cabelos e o frio dos teus dedos agarrados no calor das minhas mãos. Dar nomes aos teus sinais, com beijos lentos - um a um - até construir o caminho para os teus lábios, minha casa, meu porto de abrigo, meu ninho. Perder-me na luz do teu arco-íris, nos teus olhos, onde nos fazemos peixes vivos, para nadar num mar de azul, denso, infinito, apenas nosso. Pedir ao teu cheiro um breve e vago assobio na pele, um arrepio no escuro das pálpebras fechadas, para te sentir próxima do meu braço, para te encontrar por lá e puxar-te para aqui, agora, já.

                               DUALISMO BURKEANO Edmund Burke. Dublin, Irlanda. (1729-1797). Filósofo conservador/liberal. Discípulo d...